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VOLTA ÀS AULAS PRESENCIAIS - A pandemia não obedece a decreto

A exposição dos trabalhadores e alunos ao risco de contaminação pode agravar a situação no estado

Leia o apedido publicado no jornal Correio do Povo (15/09) pela FeteeSul - Federação que engloba todos os sindicatos dos trabalhadores do ensino privado no RS, inclusive o Sinpro/Caxias.
 

"Professores e funcionários das instituições de ensino privado também desejam o retorno das atividades presenciais, da educação infantil à educação superior, mas não de forma precipitada.

A estabilidade nos números de contágio, óbitos e ocupação de leitos de UTI em patamares elevados não é garantia de segurança. A exposição dos trabalhadores e alunos ao risco de contaminação pode agravar a situação no estado.

Decisões políticas sobre esse tema se mostraram ineficazes no mundo todo. Os países que foram atingidos primeiro pela pandemia só retornaram às atividades presenciais após o controle com números baixos de transmissão.

A irresponsabilidade das pessoas que se aglomeram em shoppings centers, bares, praias e parques não pode servir de parâmetro para a flexibilização no setor da educação.

Todo e qualquer protocolo para o retorno das atividades presenciais em escolas faculdades e universidades precisa, necessariamente, de amparo científico e de amplo debate com a participação de todo o conjunto da comunidade escolar.

Entendemos a legítima preocupação com a economia, com a rotina das famílias, com a manutenção dos empregos, que é nossa função precípua, mas nada pode ser colocado à frente da preservação das vidas."