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Dia Nacional de Luta pela Vida – 7 de agosto

Momento de reflexão sobre a triste marca que o Brasil alcança nesta semana

As centrais sindicais convocam unitariamente um Dia Nacional de Luta pela Vida e Emprego nesta sexta-feira, dia 7 de agosto. Serão realizadas ações, homenagens e protestos nos locais de trabalho e nas ruas. As manifestações serão simbólicas para respeitar o distanciamento social necessário para ajudar a evitar a disseminação da Covid-19.

Participe postando com #7deagostolutapelavida

ALERTA

As lideranças sindicais denunciam que a triste marca que o Brasil vai atingir nos próximos dias, de 100 mil mortos por Covid-19, aliada à situação catastrófica da economia, com mais de 12 milhões de desempregados, representa uma tragédia anunciada por falta de um comando nacional eficiente para combater a pandemia.

O Ministério da Saúde está há mais de três meses sem especialistas na área da saúde para liderar o combate a pandemia (ainda sob o comando interino do general Eduardo Pazuello, que assumiu após demissão do segundo ministro da Saúde, Nelson Teich). De lá para cá, o número de casos e mortes de coronavírus explodiu no país.

UM MINUTO PARA CADA MIL VIDAS PERDIDAS

Em vários locais serão feitas paralisações de 100 minutos nos locais de trabalho, em homenagem aos quase 100 mil mortos. A proposta é que neste período as pessoas parem para refletir sobre o que está acontecendo no Brasil. em algumas cidades, os sindicalistas acenderão velas e colocarão cruzes em locais públicos. 

REIVINDIVAÇÕES

• Repudiar a iniciativa de prefeitos e governadores que já planejam e até fixaram data para retorno presencial dos alunos às aulas.

• Exigir das autoridades os equipamentos de proteção individual e coletivo para os trabalhadores das categorias essenciais, em especial os da área de saúde.


• Reafirmar a pauta emergencial de apoio aos setores mais vulneráveis na crise:

a) manutenção do auxílio emergencial de R$ 600,00, no mínimo, até 31 de dezembro de 2020;

b) ampliação das parcelas do seguro desemprego;

c) liberação de crédito para as micro e pequenas empresas;

d) fortalecimento do SUS (Sistema Único de Saúde);

e) ampliação dos investimentos públicos nos setores essenciais, na reconversão da indústria, na infraestrutura, saneamento e habitação com o objetivo de superar a recessão e gerar milhões de empregos;

f) derrubada pelo Congresso Nacional dos vetos do presidente da República que impedem a garantia dos direitos conquistados pelos trabalhadores(as) e seus sindicatos, por meio da ultratividade, dos acordos e convenções coletivas de trabalho.

Em defesa da saúde, da democracia, do emprego e da vida!

*Com informações das centrais sindicais